Segunda**
Me pergunto o porque da minha existência, mas não obtenho resposta. Ouço vozes, sussurros, vozes que não consigo distinguir. Custo a acreditar que tenho uma missão a seguir, não sou bom, tampouco mau, prefiro me classificar como um espectro, uma espécie de fantasma vagando livremente sem ser notado. Sendo tratado como um mero indigente, um ser inexistente.
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